Comprometimento: a convergencia de interesses


No artigo REVENDO A ESTRATEGIA: QUEM ENVOLVER pontuei o comprometimento como um dos fatores chaves de sucesso para um empreendimento do tipo “trabalho coletivo”.

O comprometimento indica em que medida uma organização pode contar com a continuidade das contribuições de seus empregados à suas atividades e a seu desenvolvimento.

A falta de equilíbrio entre a vida privada e profissional, bem como as mudanças organizacionais com as demissões voluntárias, o absentismo e a perda de trabalhadores qualificados devido ao reduzido volume de negócios, tem afetado a relação de lealdade do empregado para com o empregador. Muitos afirmam hoje que é melhor não se ligar a uma organização e cumprir a missão de melhorar continuamente sua empregabilidade.

Isto por si só merece uma reflexão: o empregado priorizando sua empregabilidade e o empregador priorizando somente a si mesmo. Um claro divórcio!

O fato é que o comprometimento organizacional continua a ser um importante indicador do valor pessoal por pelo menos duas razões:

  • stock-photo-marketing-manager-jobs-213517765as estruturas se reduzem e as exigências de trabalho se elevam e os funcionários tornam-se o coração, cérebro e músculos das organizações. Logo, precisamos contar com a disposição dos funcionários para se comprometerem com seu trabalho para o sucesso da organização e para o seu próprio desenvolvimento profissional.
  • o ser humano precisa encontrar significado em suas ações,  relacionamentos, sua vida e nas necessidades individuais de se comprometer com valores para manter a sua “forma psicológica”. Esta busca de sentido, muitas vezes implica em uma necessidade de transcendência, da necessidade em se superar no sentido de compromisso com uma causa, que obriga a se afastar de seus interesses pessoais para concentrar seus esforços em um modo autentico de existência com o seu de pares.

Logo, a natureza da relação entre o indivíduo e a organização baseia-se no desejo de ficar (“eu quero”) e a necessidade de ficar (“eu tenho que”).

SUGESTÃO DE LEITURA: REVENDO A ESTRATÉGIA – quem envolver

 Valmir Mondejar  mais sobre….     10/09/2013

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Um comentário sobre “Comprometimento: a convergencia de interesses

  1. A estrutura de uma empresa pode comprometer o desejo do profissional em desenvolver o seu trabalho e ter possibilidades de crescimento. O desejo do profissional tem que estar em consonância com o desejo da empresa. Isso tem relação com o comprometimento profissional. A convergência de interesses faz com que se tenha uma boa convivência entre empregado e empregador, e, sendo uma relação de trabalho acima de tudo (mesmo que se tenha o bom afeto), o desejo como afirmei acima, deve estar no máximo em sintonia, em prol dos objetivos da empresa. Indiscutivelmente a vida privada do humano escapa para o trabalho e quando este trás prejuízos, faz-se necessário um trabalho psicológico institucional.

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