MEU GOSTO ESTRANHO DE EMPREENDER PARA TERCEIROS


Ouço e leio muito conteúdo sobre empreendedorismo!

São centenas, senão milhares de fórmulas, dicas e sacadas de como empreender e então, ter a tão sonhada “liberdade da vida corporativa”. Entendo que é uma forma fantástica de ter autonomia, liberdade, gerar recursos (R$), superar crises, etc.

Mas como explicar que não quero ser meu próprio patrão, indo na contramão de tudo que a sociedade do capitalismo politicamente correto e moderno propaga?!

O que mais me incomoda nesse cenário, não é o fato de ter pensamento contrário, mas o fato de não ser compreendida por minha interpretação equivocada “liberdade”. Com o mercado de trabalho concorrido, querer empreender para terceiros (patrão) requer coragem e pode ser tão difícil e arriscado quando empreender para si.

Em muitos casos, é necessário muito mais ousadia e criatividade, sem contar na dose extra de responsabilidade, pois qualquer descuido, dependendo da proporção da decisão poderá ter consequências catastróficas.

Não quero entrar no mérito do que é melhor ou pior, pois tudo tem o ônus e o bônus! Quero apenas colocar meu ponto de vista que, é possível ter olho de dono mesmo quando não se faz parte do quadro societário!

E mais, ser feliz, motivado e reconhecido por isso!

por Silvana Padilha, LinkedIn

 

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